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Mondial de la Bière 2016 acabou e vai deixar saudades

21/10/2016 Fonte: Sopa Cultural /Online

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Entre muitos pontos positivos e poucos negativos, o balanço final foi bastante animador. Sucesso de público e de crítica, o evento expandiu sua área, o número de expositores e ampliou significativamente a quantidade de visitantes. Escutando uma conversa alheia aqui, e outra ali, conversando com os frequentadores, a sensação é de que a satisfação foi praticamente unânime.

Uma novidade da edição deste ano, foi a criação das doses de 100ml, que favoreceu àqueles que preferem provar diversas cervejas ao invés de beber o copo cheio de algumas poucas. Os preços variavam de 4 reais a 25 reais (dependendo do tipo da cerveja), para as doses menores. Para os tradicionais 200ml (copo cheio) o preço não aumentava significativamente.

As importadoras ficaram a cargo de trazer as maravilhas do exterior, enquanto as cervejarias locais investiram fortemente em novidades, sobretudo nas linhas envelhecidas. Quem não provou as wood aged da Bodebrown e da 3Cariocas, podem desde já se arrepender. O cenário estava realmente promissor com diversos estilos fora das tradicionais pilsen, weiss, ipa, etc.

Dentre os estandes mais procurados estavam os da Bodebrown, Tupiniquim, Hocus Pocus, e Brooklyn. No caso da Bodebrown, no domingo a cervejaria fechou o estande algumas horas antes do encerramento do evento, colocando várias plaquinhas de sold out indicando que não havia sobrado nada no estoque. No caso da Brooklyn, a old-fashioned foi prazer para poucos, a Maniacs trouxe apenas um barril, que não durou nem 10 minutos plugado.

A Jeffrey investiu em novos rótulos experimentais e também ousou ao criar um estande que chamou de “Jefrrey Park”, com direito a tobogã, piscina de bolinhas, fliperama e outros “divertimentos”.

Após ganhar medalha na edição anterior, a ausência da Penedon foi sentida. A parte digital da organização também ficou devendo, e muito. O site era pouco atualizado e possuía informações escassas e defasadas. Neste ano, não produziram o aplicativo para celular, que em 2015 facilitou a vida do público na hora de criar a lista das cervejas pretendidas a beber. Em contrapartida, o novo sistema de cartões para pagamento, que foi usado ao invés do tradicional dinheiro em papel (próprio do festival) agilizou os processos de compra nos estandes. Os banheiros e os pontos de hidratação também funcionaram bem, na maior parte do tempo, sem filas. Alguns foodtrucks estavam com muita espera, mas outros não tinham fila nenhuma. Viva o burguer e o pastel do Ribz!

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